do you remember ?
(...)
Intenções e momentos não correspondidos
vidas que se cruzaram sem sequer se tocar
inconscientes lampejos, olhares despidos
e segredos se olvidaram, ficaram por revelar
As noites finitas, onde senti pertença,
mais do que somente estar,
levou as o tempo criando desavença,
desavença que o tempo não pode reparar
Todos esconderam o que queriam esconder
mostravam somente o que lhes convinha mostrar
mais os mesmos, não eram, não poderiam ser!
diferentes agrados, desejos demasiados para conciliar?
Com diferentes, disposições, tudo se começou a evitar
incompatibilidade, ou (falsa) moralidade?
sempre o vi como falta de vontade,
e digo e repito: não custava nada tentar.
que aconteceu aos projectos, risadas de outrora ?
terei pertencido sempre a mim, foi ilusão que vivi ?
fui e voltei, já as levara a lei do tempo embora ...
não percebi, não senti...
queria entender, sentir, mais não fosse desilusão
é triste o fado de quem não sente, mais triste ainda
de quem não tem, o que, e porque sentir ... Mas não !!
não foi o tempo que matou a vida a fluir da boa vontade já finda.
(Não...)
Levou as a lei dos homens que (ainda) não éramos
estúpidos de vontades momentâneas, irrisórias,
levou tudo, e pouco mais do que nada deixou
o tempo, somente o triste tempo ficou
alimento demais para nossas velhas memórias!
(...)
eduardo cruz


2 Comments:
poema acessivel mesmo a sociaveis de fraca inteligencia, bem composto e mt expressivo, triste é a natureza do setimento, inevitavel dada a natureza humana que nos leva a todos a passar por lá e agora a reviver tais momentos para que de futuro saibamos como com eles lidar
classificação: tá fixe
Ya
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