não quero mais promessas escritas em mim com um qualquer lápis de vento que marca tanto como a brisa que passa e não deixa nada a não ser frio. as coisas não estão bem, ponto, e a maneira de cada um lidar com isso, a cada um pertençe, e não se muda de um qualquer dia para uma qualquer noite, mesmo continuando dia cá fora.
é nestes momentos que eu sei, e gosto de ter as certezas, que guardarei tudo dentro de mim numa caixa aberta que está exactamente como deveria estar, uma caixa para a qual a chave passa neste momento pelas lágrimas.
um dia serão os sorrisos, pois prefiro as lembranças e a memória em relação à verdade.
chamem me tonto e fraco, mas a verdade às vezes magoa demais.
sinto a tua falta ...


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