carta a mim mesmo.
eu sei que tudo é efémero, e só o nada perdura. Só temos uma vida, e a vida é feita de um amor que não se descura. Vem comigo e larga os receios, larga a tua armadura. Deixa a insegurança a um canto, os constantes pedidos de desculpa e abre essa deteriorada fechadura. Por mais difícil que seja, mais difícil ainda é não fazê lo. Querer ter tudo, querer impedir um coração de rebentar com excesso de zelo.
Abre de uma vez essa fechadura porque tudo querer é nada ter.


1 Comments:
Vem comigo, porque eu já te dei a minha mão…
Os receios, inseguranças, medos, não nos deixam viver…
Confia em mim, porque eu também aprendi a confiar em ti…
Deixa-me ensinar-te a viver…
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P.S.: a minha armadura também existia mas, deixei-a de lado quando te conheci…
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